Nova York, 01 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Valores de Nova York fechou nesta segunda-feira (01) em queda de 0,14%, depois de passar a maior parte do dia operando em alta, com suas ações seguindo tendências opostas.
Enquanto uma parte das cotações foi impulsionada pela divulgação de indicadores econômicos animadores nos Estados Unidos e pela valorização dos mercados acionários europeus, causada por anúncios de fusões, houve realização de lucros com algumas ações que vinham sustentando valorização considerada excessiva por analistas, como IBM, Intel e General Electric.
Mas muitas ações do setor tecnológico mantiveram a alta contínua que vêm apresentando desde o início do ano e o Índice Nasdaq, que concentra este tipo de papel, bateu novo recorde de pontos, fechando a 2.510, em alta de 0,17%.
A Bolsa de Londres fechou em alta de 2,0%, atribuída por operadores às fusões nos setores bancário e de seguros na Europa e à expectativa de redução de juros pelo Banco da Inglaterra, cujo Comitê de Política Monetária reúne-se quarta e quinta-feiras. Fecharam em queda as ações de duas companhias de seguros cuja fusão foi anunciada hoje: a Sun Life & Provincial (-8,8%) e a Guardian Royal Exchange (-1,8%). A SLP, controlada pelo grupo francês Axa, fez uma oferta de 3,45 bilhões de libras pela GRE.
O mercado acionário de Paris subiu 1,2%, impulsionada pela fusão entre o banco Societé Générale e o Banque Paribas. As ações do Paribas subiram 9,7% e as do Societé Générale caíram 3 6%. As do Banque Nationale de Paris, visto como novo candidato a uma fusão, caíram 2,4%.
O mercado em Frankfurt avançou 1,1%, seguindo a mesma tendência das outras bolsas européias. As ações do grupo de seguros Allianz, que controla 4,5% do Paribas e 2,3% do SocGen, devendo deter 3,5% da nova instituição, subiram 2,6%.
A Bolsa de Valores de Madri subiu 1,2%, também com altas no setor bancário. As ações do Banco Bilbao Vizcaya avançaram 0,6%, depois de a instituição divulgar seu balanço.
A Bolsa de Buenos Aires beneficiou-se da alta na Bovespa (de 8 8%) e subiu 5,5%. No México, o entusiasmo no mercado acionário brasileiro também provocou uma valorização, embora menor, de 1





