Em dia nervoso, por conta da instabilidade no cenário econômico e da renúncia do diretor de Fiscalização do Banco Central, Cláudio Mauch, as taxas de juros dos CDBs voltaram a oscilar ontem. Os juros do papel prefixado variaram de 34% a 36% ao ano. Como média dos negócios, foi adotada a taxa de 34,5% ao ano, ou 2,92% bruto e 2,34% no período.
Nas agências, os bancos pagaram, em média, para aplicações de R$ 10 mil, 25,42%, ou 2,23% bruto e 1,78% líquido; R$ 30 mil, 25,96% ao ano, ou 2,27% bruto e 1,82% líquido; R$ 50 mil, 27,10% ao ano, ou 2,36% bruto e 1,89% líquido.

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