Embora reconheçam o alto valor protéico da carne de camarão, países desenvolvidos mostram-se relutantes em importar os crustáceos produzidos no Brasil. A falta de dados oficiais sobre a composição do alimento mostra-se um entrave à sua exportação. Tese de doutorado defendida recentemente na Universidade de Campinas (Unicamp) abre condições para que se reavalie essa situação. O estudo comprova, por exemplo, que o alto índice de colesterol nos camarões é compensado pelo baixo teor de gordura e elevados níveis de ácidos graxos poliinsaturados que atuam como elementos preventivos de doenças
cardiovasculares. O trabalho ‘‘Fatores que influenciam o nível de colesterol, lipídios totais e composição de ácidos graxos em camarão e carne’’ foi elaborado pela química e pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (ITAL), Neura Bragagnolo, com orientação da professora Délia Rodriguez Amaya, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp. (Agência Brasil.)

mockup