Reginaldo Sabio, agrônomo da Cooperativa Integrada, revela que antes de surgir as primeiras plantas transgênicas, era preciso mais do que cinco tipos de defensivos para controlar as ervas-daninhas. Hoje, esse número é bem menor. ''A saúde de nossas lavouras é muito boa, já que nas fazendas de nossos cooperados é difícil encontrar altos índices de infestação'', sublinha.
Sabio frisa que o acompanhamento da cooperativa no desenvolvimento da safra é outro motivo para a conquista desse status. Sempre quando solicitado, a cooperativa envia técnicos para averiguar se há ou não focos de infestação. Uma das principais orientações fornecidas aos cooperados é a utilização da rotação de cultura.
O técnico da Integrada completa que é importante que o produtor saiba o que fazer quando encontrar focos de infestação na lavoura. Uma das recomendações mais comuns, segundo ele, é nunca usar um mesmo tipo de produto, isso para evitar possíveis resistências. De modo geral, a ''saúde'', das lavouras do Norte do Estado no controle de erva-daninha é muito bom. ''Porém o agricultor deve sempre ficar de olho'', completa. (R.M.)

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