Sobre os transgênicos, Strenger afirma: A decisão de se plantar transgênico ou não-transgênico deve caber ao produtor. Para decidir o que plantar o produtor vai levar em conta a resposta do consumidor. Com a informação segura (e aí sim o papel do Estado é importante no sentido de fazer valer a informação certa) o consumidor vai optar por um dos dois. A resposta do mercado é que vai apontar o cultivo.
Strenger citou o exemplo do café. A Apac, que preside, conseguiu uma lei estadual pela qual a indústria tem que informar no rótulo o que há dentro da embalagem, o que o consumidor está comprando, se arábica ou conilon e no que consiste cada um dos produtos.
No caso da soja não seria diferente, na opinião de Strenger. A melhor saída seria a rotulação pura e simples com a informação ao consumidor, que é soberano.

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