Temporário, mas com carteira assinada
Mesmo com a predominância de trabalhadores temporários na cultura dos caquis, os irmãos Kamiguchi fazem questão de mantê-los com registro em carteira. Os contratos variam entre 60 e 180 dias, dependendo da demanda da mão-de-obra. ''Fica mais seguro para as duas partes. Já pagamos o INSS em combustíveis e defensivos, então não há razão para não pagarmos as contribuições dos trabalhadores. Temos de pensar no futuro dessas pessoas também'', justifica Hiroshi.
Carlos Kamiguchi afirma que a diária da mão-de-obra volante é de R$ 18,00, já calculados os valores referentes a 13º salário e férias. Os funcionários fixos, cuja mão de obra é ''mais especializada'', ganham em torno de R$ 600/mês. ''Eles (os funcionários) trabalham mais satisfeitos e o rendimento é bem superior'', comemora. As lavouras de caquis das duas propriedades empregam oito funcionários fixos e cerca de 30 temporários. (C.G.)





