Supermercados e frigoríficos mantêm estoque remanescente
O problema é que frigoríficos e redes de supermercados ainda mantém estoques remanescentes do excesso de produção verificado esse ano e não se sabe qual o tamanho dos estoques que estará disponível para o consumidor. De acordo com o assessor econômico do Sindicato da Indústria da Carne, Gustavo Fanaya, dependendo do nível dos estoques a elevação no preço da carne suína pode não acontecer nos níveis esperados.
Segundo Fanaya, o preço da carne de porco está chegando ao final do ano da mesma forma como iniciou, ao redor de R$ 1,20 o quilo. ''Seria um preço bom se os suinocultores não estivessem enfrentando o drama da explosão no preço do milho que só este ano subiu 90%'', disse.
Para Fanaya, o segmento da suinocultura não está otimista com relação às exportações como a avicultura. Segundo ele, o mercado internacional é difícil de ser conquistado e não há a esperança de dobrar ou triplicar as exportações porque há um limite na demanda internacional também. ''Assim como as indústrias brasileiras estão lutando para conquistar novos mercados, países como Estados Unidos e mesmo da Europa elevaram a produção de carne suína e também estão a procura por novos mercados. (V.C.





