Subprodutos diminuem custos de abate
Além da carne, há comércio para os subprodutos do coelho, como miúdos, sangue e pele. O valor obtido com a venda desses ítens, auxilia no pagamento dos custos do abate e distribuição da carne, informa o presidente da cooperativa de criadores de coelhos, Dirceu do Carmo. O sangue e o cérebro do animal são repassados ao abatedouro para reduzir custos de abate. Esses produtos são vendidos para laboratórios de medicamentos.
O abatedouro fica ainda com os miúdos dos coelhos, como fígado e rim, que são vendidos no varejo. Mas esse valor ainda não reflete na renda, diz o produtor. A pele dos animais abatidos é devolvida para a cooperativa, que comercializa o produto com indústrias de confecções de Belo Horizonte, Rio Grande do Sul e São Paulo. O comércio da pele representa 7% do custo do coelho.
Os valores representados pelos subprodutos, segundo o presidente da cooperativa, entram na contabilidade da cooperativa e deveriam retornar ao produtor no final do ano, como parte do rateio. As dificuldades dos últimos anos não têm nos permitido sobras. Apostamos nas exportações e em mais clientes no mercado interno para revertermos a situação, diz confiante. (V.C.)





