A maioria consome a cebola como tempero.
Ou na forma mais fácil de preparar, como aquelas saladas enormes de cebola e tomate para acompanhar o churrasco. Mesmo conhecendo a amplitude de suas propriedades terapêuticas, a culinária não aproveita o potencial da cebola como alimento funcional. Na verdade medicinal.
  As orientações, superficiais, destacam as propriedades anti-inflamatórias da cebola, o que já é de grande valor para a saúde.
  No entanto, a cebola é grande aliada da circulação. Digamos, do coração. A cebola crua protege contra vários tipos de infecção e contra doenças respiratórias. É anti-cancerígena porque evita problemas intestinais que podem evoluir para tumores.
  Muita gente faz restrições ao cheiro forte da cebola. Há os que reclamam porque algumas variedades são ardidas. Recusam a cebola porque é ardida mas comem pimenta. O que determina a característica da cebola não é necessariamente a variedade mais ardida ou menos ardida. Até dizem que as mais ardidas são as mais consistentes. Um detalhe importante: a cebola, para oferecer todo o seu potencial curativo, deve ser consumida ao natural, como salada. Há dúvidas quanto ao aproveitamento terapêutico da cebola refogada ou cozida para temperar peixe, ou na pizza, por exemplo. Na dúvida, para consumo diário – e não como condimento – é melhor optar pela salada, com cortes bem fininhos.

mockup