Plan­ta re­sis­ten­te, de ci­clo pe­re­ne, a es­pa­da de são jor­ge (San­se­vie­ria tri­fas­cia­ta) é ti­da na cren­di­ce po­pu­lar co­mo um for­te pro­te­tor con­tra bri­gas, de­sar­mo­nias, per­se­gui­ções e ou­tros ini­mi­gos da fe­li­ci­da­de ple­na. É ex­ce­len­te pa­ra jar­dins de bai­xa ma­nu­ten­ção, mas tem cres­ci­men­to len­to. As fo­lhas são or­na­men­tais e po­dem apre­sen­tar co­lo­ra­ção ver­de acin­zen­ta­da e va­rie­ga­das, com mar­gens de co­lo­ra­ção bran­co-ama­re­la­das, to­das com es­tria­ções de um to­na­li­da­de ­mais es­cu­ra. As flo­res bran­cas não tem im­por­tân­cia or­na­men­tal.
  Se­gun­do o si­te www.jar­di­nei­ro.net, a es­pa­da de são jor­ge de­ve ser cul­ti­va­da a ple­no sol ou ­meia-som­bra, em va­sos ou em ma­ci­ços e bor­da­du­ras. Re­sis­te tan­to à es­tia­gem, co­mo ao ­frio e ao ca­lor, ­além de ser pou­co exi­gen­te quan­to à fer­ti­li­da­de. Mul­ti­pli­ca-se por di­vi­são de tou­cei­ras, for­man­do mu­das com­ple­tas com fo­lhas, ri­zo­ma e raí­zes.
  Co­mum em vá­rias re­si­dên­cias há al­gu­mas dé­ca­das, a plan­ta aca­bou sen­do des­pre­za­da co­mo op­ção de pai­sa­gis­mo nos úl­ti­mos ­anos, por ser con­si­de­ra­da ‘‘fo­ra de ­moda’’. Mas al­guns pro­fis­sio­nais apos­tam na sua vol­ta. Ela po­de ser cul­ti­va­da em va­sos es­guios, com uma al­tu­ra de ­mais ou me­nos ­duas ve­zes o diâ­me­tro da bo­ca, cô­ni­cos ou tra­pe­zoi­dais. A plan­ta se adap­ta bem a am­bien­tes in­ter­nos, des­de que bem ilu­mi­na­dos. É co­nhe­ci­da tam­bém co­mo ra­bo-de-la­gar­to, lín­gua-de-so­gra e san­se­vé­ria.

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