O re­se­dá é uma ár­vo­re pe­que­na mas com a di­fí­cil mis­são de man­ter o in­ver­no flo­ri­do. E ela con­se­gue. Bas­ta apre­ciá-la em al­gu­mas ­ruas e pra­ças da ci­da­de (uma de­las na cal­ça­da da FO­LHA). As flo­res cres­pas de pe­que­no por­te se ajun­tam nos ga­lhos co­mo num bu­quê. As co­res va­riam do ro­sa, bran­co, ro­xo ou ver­me­lho, de acor­do com a va­rie­da­de.
  Seu no­me cien­tí­fi­co é ‘‘La­gers­troe­mia ­indica’’ ou o ‘‘La­gers­troe­mia ­chinensis’’. No co­nhe­ci­men­to po­pu­lar, ­além de re­se­dá, ela é co­nhe­ci­da por ár­vo­re-de-jú­pi­ter, ­flor-de-me­ren­da, sus­pi­ros ou ex­tre­mo­sa. O tron­co é pa­re­ci­do com o da ja­bu­ti­ca­ba que des­cas­ca com seu cres­ci­men­to.
  Os es­tu­dio­sos em ar­bo­ri­za­ção ur­ba­na co­lo­cam o re­se­dá co­mo uma es­pé­cie per­fei­ta pa­ra as cal­ça­das, in­clu­si­ve em ­áreas com pos­tes, ­pois ­além da be­le­za das flo­res e uma es­pé­cie de pe­que­no por­te – no má­xi­mo a ­seis me­tros de al­tu­ra – e não pos­sui raí­zes agres­si­vas.
  Pa­ra ­quem qui­ser cul­ti­vá-la a orien­ta­ção e pa­ra a es­co­lha de ­áreas de sol ple­no em so­lo fér­til, en­ri­que­ci­do com ma­té­ria or­gâ­ni­ca, re­ga­da a in­ter­va­los re­gu­la­res. Ape­sar de bas­tan­te rús­ti­ca, re­co­men­da-se rea­li­zar po­das de for­ma­ção e de ma­nu­ten­ção, pa­ra uma flo­ra­ção abun­dan­te. Mul­ti­pli­ca-se por es­ta­cas e se­men­tes.

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