SUA MAJESTADE A PLANTA
Aqui no Sul a Jaca com certeza chegou pelas mãos de algum migrante nordestino que aproveitou-se do seu potencial para matar saudade da terra natal. Mas a jaqueira deve ter ganho outros adeptos, pois sua presença é destaque em fundos de quintais, praças e até mesmo integrando a arborização de ruas imagina o risco de algum motorista distraído!
O sabor e o cheiro vamos classificá-los como ame ou odeie são a característica marcante da fruta, trazidos pelos bagos a parte comestível da fruta madura encontrados às centenas no interior dos grandes sincarpos. De cor amarelada, envoltos por uma camada grudenta, esses bagos podem ser de consistência um pouco endurecida ou totalmente mole, daí a distinção de duas variedades muito conhecidas e denominadas popularmente de jaca-mole e jaca-dura.
A origem da jaqueira é na Índia, onde a polpa utilizada também na produção de um tipo de aguardente. Por aqui, o uso principal e o consumo in natura, além da produção de geléias, doces, compotas, sucos. Ah! no Cerrado já é possível encontrá-la também como sorvete. Há quem a consuma verde, em pratos salgados, como se fosse um legume. O resultado dizem que é surpreendente. Tem ainda a opção da cozinha indiana combinada com temperos comuns àquele país.
Para estimular o consumo vai a dica: a jaca é rica em carboidratos, minerais, como cálcio, fósforo, iodo, cobre e ferro. Contém vitaminas A, C e do complexo B.





