A dália, talvez, não esteja na lembrança dos mais jovens, mas se colocá-la numa conversa familiar ela com certeza já enfeitou os jardins de muitas vovós. A quantidade de cores e formatos a tornam ainda mais bela, impossível não achar um ‘‘modelo’’ que lhe agrade.
  Segundo o site Wikipéida, a dália é originária do México, onde é muito popular. O início do cultivo é de responsabilidade dos índios, mais especificamente no período do império Asteca. A sua beleza teria sido responsável por sua disseminação pelo resto do mundo. Segundo a história, no final do século 18, um diretor do Jardim Botânico de Madri encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Ele a levou para a Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado.
  Ainda segundo o site, um botânico sueco, foi responsável pela expansão das dálias pela região nórdica da Europa. Seu nome, A. Dahl, teria inspirado o nome da flor. Os holandeses e os franceses foram os maiores incentivadores do cultivo e da produção de inúmeras espécies híbridas de dálias. Foi a imigração holandesa que contribuiu muito para a propagação desta flor no Brasil.
  Os diversos formatos e cores devem-se ao surgimento dos híbridos. São mais de três mil variedades resultantes de cruzamentos com outras espécies, como os crisântemos.
  A reprodução das dálias é possível por meio de sementes, estaquia das pontas dos ramos ou divisão das raízes tuberosas. Pelas ‘‘batatas’’ as características são mantidas idênticas às da planta-mãe.
  Em locais de clima frio, a orientação é que ela precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente o cultivo deve ocorrer à meia-sombra. A dália necessita também de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada 3 meses. O solo deve ser mantido sempre úmido, sem encharcar. A dália floresce na primavera e no verão.

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