SUA MAJESTADE A PLANTA
''Alecrim, alecrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado...foi meu amor que me disse assim que a flor do campo é o alecrim''. A conhecida cantiga de roda não é criação recente mas continua na atualidade sem data para perder o posto. O mesmo acontece com a fama e a utilização da planta que a inspirou, o alecrim.
Nativa da região Mediterrânea, Oriente Médio, Ásia menor e Norte da África, o alcreim foi introduzido na Inglaterra pelos Romanos e disseminada pelo mundo pelos portugueses, espanhóis e italianos (Font Quer, 1981). Seu uso, segundo o site Wikipédia, tem fins culinários, medicinais, religiosos e, graças a seu aroma forte e agradável, sua essência também é utilizada em perfumaria.
No uso religioso consta que desde a antiguidade o alecrim é queimado nos templos e igrejas como incenso. Na Igreja Ortodoxa grega, o seu óleo é utilizado até hoje para unção. Já os cultos de religiões afro, como umbanda e candomblé, é utilizado em banhos e também como incenso.
®MDNM¯ Na culinária o alecrim fresco ou seco, é apreciado na preparação de carnes, assados, sopas e molhos. Em churrascos, espalhando-se um bom punhado sobre as brasas do carvão aceso, perfuma a carne e o ambiente.
Já no uso medicinal, o colaborador da FOLHA RURAL, Rui Diniz, orienta que
o alecrim de propriedades que estimulam de forma geral o organismo. Ele é ainda tônico cardíaco, antiinflamatório, anti-séptico pulmonar, elimina gases, digestivo, diurético. Outra indicação é para o couro cabeludo evitando a queda e as caspas.
Vale destacar algumas orientações do médico: o uso prolongado pode causar irritação gastrintestinal e nefrites. O alaecrim pode ainda apresentar alguns efeitos colaterais, como alterações no sono se utilizado à noite e aumento do fluxo menstrual.
O uso do alecrim é contra indicado para mulheres grávidas.





