O manjericão tem posição de destaque na culinária, especialmente, nas massas. O perfume e o sabor suave de suas folhas enriquecem o mais simples espaguete, além de dar um ''toque poético'' ao prato quando ele assume o papel decorativo.
Contam os sites da internet que o manjericão é nativo da Índia, onde é cultivado quase que como planta sagrada. Sua mística espalhou-se pelo mundo, sendo usado, pelos gregos ortodoxos em rituais religiosos, e no interior do México, como ''talismã do amor''.
Na culinárias, o manjericão aparece ainda para saladas, omeletes, sanduíches e molhos à base de tomate. A orientação é para acrescentá-lo ao prato cozido, no último instante.
Planta versátil, o manjericão tem também funções terapêuticas. Suas folhas auxiliam no tratar de enjôos, vômitos e dor de estômago. No livro ''100 Receitas de Saúde'' (Publifolha), ele é citado ainda para casos de estresse, exaustão e sintomas relacionados a eles (dor de cabeça, indigestão, tensão muscular, nevralgias etc.) ou de falta de memória e de concentração, em que o manjericão funciona como tônico.
Na mesma publicação, a erva é indicada tanto como anti-séptica quanto desintoxicante, ajudando o organismo a se recuperar de todo tipo de infecção. O chá quente reduz a febre e o muco no peito e no nariz, aliviando os sintomas de gripes, resfriados, congestão, tosse e dor de garganta. Vale lembrar o conselho do doutor Rui, nosso colaborador em assuntos de plantas medicinais, de que o uso desses chás não devem substituir os medicamentos.

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