SUA MAJESTADE A PLANTA
A tecnologia está presente em todas as fazendas: rotação de pasto, diferentes tipos de gramíneas adequadas a tipos de manejo e animais. Ninguém ignora a evolução da pastagem para diferentes tipos de clima, solo e gado que vai ser posto em cima desse pasto. Mas o colonião, o velho colonião continua sendo o grande suporte. Até na cidade, ultimamente, ele tem ocupado um bom espaço especialmente em terrenos baldios (que nos perdoem os vizinhos destes terrenos).
Mas, numa busca pela internet, encontramos que o colonião (Panicum maximum) é originário da África, cultura perene, cresce em touceiras altas, vigoroso e se alastra lentamente, mediante talos rasteiros e curtos.
Os primeiros exemplares chegaram ao Brasil trazidos nos navios negreiros, onde eram utilizados como cama para os escravos. Aqui ganhou destaque por ser uma forrageira altamente produtiva, de ótima qualidade e adaptada a várias regiões do país e, por isso, muitas vezes, é considerado planta nativa. Entre as décadas de 1960 a 80, ele foi responsável por grande parte da engorda de bovinos no país e precursor da pecuária na Amazônia.
Esse capim é pesquisado em instituições de pesquisa do País, como a Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande (MS) e o Instituto Agronômico de Campinas; no estado de São Paulo. A pesquisadora Liana Jank, da Embrapa Gado de Corte, é uma dessas estudiosas da planta. Segundo ela, além dos bovinos, o colonião tem bons resultados produtivos com outros animais, como equinos e ovinos.
Tem alto valor nutritivo quando novo, caindo com a maturação. É uma planta valiosa para pastagem e forragem verde, feno e silagem.





