‘‘Queixo-me às rosas, mas que bobagem/ As rosas não falam/ Simplesmente as rosas exalam/ O perfume que roubam de ti.’’ A letra da canção de Cartola comoveu muitos corações apaixonados de outrora. Os tempos mudaram, as formas de demonstração de afeto também. Mas as rosas continuam liderando o podium dos amantes.
  Num misto de perfume, beleza, fragilidade e fortaleza (seus espinhos) a rosa – que nos perdoem os machistas – é a melhor representação da mulher. Terna e frágil mas uma verdadeira guerreira no dia-a-dia.
  As ocupações da vida moderna e as tendências do paisagismo roubaram o espaço das roseiras em boa parte dos jardins. Afinal, como as mulheres, elas exigem atenção. Mas para quem não abre mão de tê-las no quintal, o site www.jardimdeflores.com.br ensina que para plantá-las é preferível um local ensolarado e bem arejado. A roseira florescerá bem e praticamente o ano todo, se tiver de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta.
  O preparo do solo deve começar uma semana antes de plantar as mudas. Cave bem a terra – cerca de 40 cm de profundidade – e adube. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos. As regas, após o plantio e até a primeira floração, devem ser moderadas mas diárias. Depois, uma vez por semana no inverno e duas vezes no período de seca.
  Para a poda, o site ensina que a primeira deve ser feita cerca de um ano após o plantio e repetida todos os anos, entre os meses de julho e agosto. Aproveitando a sabedoria popular, os períodos de lua minguante são os melhores.
  A cultura popular concede ainda algumas propriedades medicinais às rosas, especialmente, a rosa branca. O chá de suas pétalas usado para banhos nos olhos alivia males como a conjuntivite. Nosso colaborador em fitomedicina, o médico Rui Diniz, diz que não há muita comprovação desses efeitos. Ele não vê problemas quanto às indicações de uso externo, mas pede cautela no uso interno.

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