SUA MAJESTADE A PLANTA
Ela é pouco conhecida. A sua origem, chinesa, não desperta o interesse dos agricultores e, no mercado, está mais para a curiosidade do que para o consumo habitual. Mas se você está a fim de conhecer melhor a lichia, fique de olho nos supermercados exatamente nesta época do ano. Em novembro e dezembro a lichia marca presença. É o momento em que flui mais informações sobre a planta, a lichieira, um arbusto que não ocupa muito espaço e oferece um fruto vermelho meio opaco, ou seja sem brilho.
Se você ainda não sabe muito sobre a lichieira (*) então pelo menos fique bem impressionado com a fruta que ela oferece.
Algumas dicas para você checar e levar em conta antes de consumir.
- Em primeiro lugar é importante considerar que a planta usa pouco ou nada de agrotóxicos porque é bem resistente à doenças e fungos. Em segundo lugar, é rica em vitamina C não ficando a dever para a laranja. A vitamina C, como se sabe aumenta à resistência do organismo às infecções. Quem tem hábito de consumir vitamina C, na laranja ou outras fontes, não precisa tomar vacina contra gripe.
- A literatura também atribui à lichia, a vantagem de oferecer vitaminas do complexo B, que ajuda no crescimento das crianças e atua no metabolismo de carboidratos, aminoácidos, gorduras e proteínas.
- Como a maioria das frutas, a lichia é rica em minerais como fósforo, ferro, cálcio e potássio. Dizem que em potássio ela pode ser comparada à banana.
- Como todas as frutas, a lichia é perecível. Só que ela tem a casca firme, meio grossa e dura mais tempo, principalmente se for conservada na geladeira.
Se esses atributos não são suficientes para convencer o consumidor, então sugere-se levar em conta o seguinte: um cacho de lixia ajuda enfeitar as mesas do Natal e/ou a farta mesa da virada do ano. Sabe aquela bandeja que provoca a clássica pergunta ''Que frutinha é essa?''
Você, mais que depressa: É lichia. Não conhece?!
(*) a Folha Rural já fez reportagens sobre uma das poucas plantações existentes no Paraná e tem dicas para os leitores. Consulte o nosso arquivo. [email protected] ou no site www.folhadelondrina.com.br





