Não é só o tom vinho que chama a atenção na beterraba, mas também a riqueza de vitaminas, como as do Complexo B e vitamina C, e de sais minerais, como sódio, potássio, zinco e magnésio. Essa magnífica composição auxilia o organismo contra a perda excessiva de líquidos, na atividade muscular, além de ser importante aos tecidos cerebrais e no controle das funções musculares e nervosas.
Em outros países onde não há cultivo da cana-de-açúcar é da beterraba que se extrai o açúcar. Segundo o site Vitaminas e Cia (www.vitaminasecia.com.br) existem duas colorações da beterraba: a vermelha (utilizada na alimentação) e a branca (da qual se tira o açúcar).
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) informa que a beterraba é originária das regiões de clima temperado da Europa e do Norte da África. As informações do site do IAC destacam que apesar de a raiz ser a principal parte comestível, é nas folhas da beterraba que se concentram as maiores quantidades de nutrientes. Vale lembrar que organizações, como a Pastoral da Criança, em informações sobre alimentação alternativa, ensinam o consumo dessas folhas em receitas deliciosas como o bolinho (receita parecida com a do bolinho de espinafre).
Outra curiosidade interessante do IAC é sobre as faixas circulares que compõem a raiz da beterraba. Segundo o site, essas faixas são tecidos condutores de alimentos alternadas com faixas de tecidos com alimento (nutrientes) armazenados.
A beterraba pode ser consumida em forma de salada crua ou cozida, além de sucos deliciosos combinados com outras hortaliças e frutas como a cenoura e a laranja. A raiz permite ainda que se dê asas à imaginação, como, por exemplo, a criação de pratos coloridos que atraem a atenção da criançada.
Dá para produzir beterraba o ano inteiro, mas nos períodos de temperatura mais amena, ou em regiões mais altas o desenvolvimento da cultura é melhor.

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