SRP terá que adaptar exposição
O presidente da Sociedade Rural do Paraná, Gustavo Andrade e Lopes, comenta que os produtores da região sempre atuaram no sentido de ajudar o Estado a alcançar o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, por conta dos devidos cuidados com o rebanho. Ele acredita em alguns benefícios da medida, mas confirma que a Exposição Agropecuária de Londrina, uma das principais do País, será impactada diretamente.
Segundo ele, no último evento em abril circularam pelo parque cerca de 12 mil animais. Entre o gado de elite, que representou 75% do volume de negócios dos leilões, 70% dos exemplares vieram de outros estados. Lopes acrescentou que se conquistado o status de área livre de aftosa sem vacinação a entrada desses animais ficará proibida e que uma das saídas para amenizar esse impacto será aproveitar mais e melhor o gado paranaense. ''Não podemos pensar em uma situação isolada (como a da exposição em Londrina), temos que avaliar os benefícios dessa medida para o todo o Estado'', ponderou. Porém, confirmou que haverá a necessidade, por exemplo, dos produtores paranaenses aumentarem o plantel. (E.Z.)





