Além da possibilidade do extensionista voluntário, como foi cogitado pelo presidente do Instituto Emater, uma outra alternativa para que essa transição de profissionais da entidade aconteça de forma mais tranquila – da velha guarda para os novos contratados – vem do secretário da agricultura do Estado (Seab) e engenheiro agrônomo, George Hiraiwa.

Em entrevista à Folha Rural, ele disse que está pensando num formato de "apadrinhamento", em que os "ex-ematerianos" pudessem acompanhar os que estão ingressando agora nos próximos meses. "Estamos pensando nesse projeto para que os novos contratados consigam absorver esse acervo de conhecimento (dos que estão saindo). Não é o suficiente, mas é uma forma de facilitar a entrada desses jovens."

No caso do Iapar, para que a pesquisa continue forte nessa transição, Hiraiwa acredita que a situação é um pouco mais delicada e é preciso criar alternativas mais modernas. "Uma alternativa, claro que não uma regra, é a aproximação desses institutos com startups, por exemplo, porque elas têm mais agilidade para resolver problemas. As novas tecnologias que estão surgindo também vão acelerar as pesquisas", complementa. (V.L.)

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