Rumos do cooperativistmo
O futuro do cooperativismo é execelente. Nunca precisamos tanto de cooperativas como hoje, pois não há forma mais democrática e eficiente que o cooperativismo para se organizar a economia dos pequenos produtores, dos profissionais liberais e de outras categorias de trabalhadores. Há casos de insucessos, mas apesar de todas as crises, o cooperativismo do Paraná sobrevive, cresce e fatura, por ano, mais de R$8,8 bilhões.
As cooperativas, no campo e na cidade, agregam pessoas e suas economias, fazendo frente à concorrência, gerando empregos, transferindo tecnologias, montando estruturas de apoio à produção, industrializando e comercializando a produção. O cooperativsmo redistribui riquezas; sem as cooperativas haveria ainda maior concentração de renda e capital, menor ganho no campo, menos indústrias genuinamente paranaenses e, com isso, menos empregos.
No Paraná, o movimento cooperativista deve seguir a tendência mundial, que é a especialização, a profissionalização de suas administrações e a realização de parcerias e fusões, buscando redução de custos, qualidade de produtos e serviços e escala de produção. Uma breve análise das transformações internas ocorridas nos últimos tempos nos mostra que essa tendência já está se concretizando.
Almir Montecelli - presidente da COCEAL





