O que se chamou de ‘‘Revolução Verde’’ foi um processo destinado a aumentar a produção de alimentos nos países pobres da América Latina e Ásia. Os instrumentos para aqueles povos alcançarem a auto-suficiência alimentar, no entanto, eram intensas aplicações de fertilizantes, agrotóxicos, irrigação; maquinaria desenvolvida para o frio europeu, porém aplicada na produção tropical, e outros recursos. No ‘‘Dicionário da Economia’’ (Editora Best Seller), Paulo Sandroni admite que aquele movimento, desenvolvido após 1950, de fato até triplicou as produções de arroz, trigo e milho, mas não contribuiu para melhorar os níveis de alimentação dos povos pobres: ‘‘..,a ‘Revolução Verde’ contribuiu para elevar a produtividade e os rendimentos da agricultura em geral, nas áreas onde os processos agrícolas já eram avançados, mas não prosperou em regiões mais pobres onde a agricultura utilizava, e continua utilizando, métodos tradicionais de cultivo...’’(J.O.)

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