Brasília – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou recentemente lista com os princípios ativos mais importantes para a fabricação de defensivos agrícolas e a relação de pragas e doenças que causam maior risco às lavouras. A medida, publicada no Diário Oficial da União em janeiro, atende a um antigo pleito da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) visando a definição das substâncias consideradas prioritárias para agilizar a oferta de mais agroquímicos no mercado, a fim de evitar prejuízos econômicos à produção.
Na avaliação da CNA, a decisão amplia as possibilidades de os produtores rurais contarem com maior variedade, resultando em defensivos com preços mais competitivos, reduzindo o peso destes insumos no custo de produção. A iniciativa também viabilizaria a rotação de ingredientes ativos, diminuindo a resistência de pragas e doenças à aplicação dos agroquímicos. Com a lista divulgada pelo Mapa, as substâncias serão consideradas prioritárias para análise técnica com vistas à fabricação dos produtos.
Entre as pragas e doenças consideradas de maior risco à atividade agrícola, está a Helicoverpa armigera, que ataca culturas como soja, milho, algodão e hortaliças, entre outras. Também foram incluídas na relação a broca do café, bicudo do algodoeiro, ferrugem da soja, mofo branco e a mosca branca. Assim, serão priorizados, para fins de pedidos de registros de produtos os ingredientes ativos utilizados no combate a estas e outras doenças.

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