O programa Paraná Agroindustrial criado há um ano e meio começa a mostrar os primeiros frutos, segundo avaliação de seu coordenador Jose Roberto Borghetti. representante do segmento empresarial. Com parcerias com Faep, Fiep e Ocepar, Borghetti faz questão de ressaltar que este é um programa de Estado e não de governo e que veio para ficar.
Em 2001 o grande avanço que o programa trouxe foi a redução do ICMS, permitindo que o Paraná se tornasse mais competitivo em relação aos outros estados. ''O apoio político com aprovação unânime pelos deputados reforça a vocação do estado para a agropecuária'', comenta Borghetti.
Para o próximo ano a meta é a instalação de seis agropolos que fortalecerão as pequenas e médias agroindústrias. Borghetti acredita que a iniciativa vai minimizar o êxodo rural, viabilizando o caminho inverno e fazendo o êxodo urbano.
O maior objetivo do programa é agregar renda para o produtor. Borghetti explica que no caso da soja, por exemplo,''o Paraná faturou nesse ano 2 bilhões de dólares, mas se houvesse processamento desta soja com a extração de isoflavonas ou lecitina, esse faturamento poderia chegar a 20 bilhões de dólares''. O desafio é fazer com que o Paraná seja não só um grande produtor de matéria prima, mas também o maior transformador de alimentos

mockup