A expectativa é que a clonagem seja a única alternativa para recuperar espécies já extintas como o tigre da Tasmânia (desaparecido desde 1930) e o bode bucardo da montanha (desaparecido desde 2000). Outras espécies em vias de extinção como a ararinha-azul, o mico-leão-dourado, o peixe-boi, o pirarucú, a sussuarana, o lobo-guará, a lontra e o tamanduá-bandeira também poderiam ser clonados.
Além da preservação das espécies em extinção, a aplicação da clonagem comercial é considerada um dos pontos-chave para zootecnistas. Entre elas, destacam-se, principalmente a reprodução de animais de estimação, com valor afetivo para o dono e os animais de produção, que também mantêm o valor afetivo, além do comercial.
Segundo o pesquisador, Joaquim Mansano Garcia, o valor comercial depende o valor genético do indivíduo para a espécie ou a raça da população clonada. ''O valor comercial só será conhecido pelos descendentes dos doadores'', afirma. (M.O)

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