A Unidade Industrial de Rações da Integrada, em Londrina, produz desde 1995 cerca de 2 mil t/mês de alimentos para bovinos, aves, suínos, peixes, coelhos, equinos e cães. O superintendente Jorge Hashimoto explica que os resíduos da indústria de milho, assim como o trigo e a soja de baixa qualidade recebidos pela cooperativa são a base das rações, que atendem principalmente o mercado interno, com destaque para produtores do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Para acompanhar o crescimento das vendas, que foi de 5% no ano passado, a cooperativa adquiriu um novo secador para a extrusora da fábrica de rações. O equipamento irá duplicar a capacidade de produção, que poderá chegar a 1 mil t/mês de rações extrusadas para cães e peixes.
Em parceria com a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) por meio do Programa Paranaense de Carnes e Leite à Base de Pasto, a Integrada mantém o Projeto Vitória que viabiliza a atividade leiteira em pequenas propriedades do Estado com o apoio da Emater.
O projeto consiste em avaliações genéticas e sanitárias das rações utilizadas nos rebanhos de 105 propriedades leiteiras de 11 municípios localizados entre Londrina e Maringá. Segundo o veterinário Ingo Bartmeyer, da Integrada, o principal benefício da parceria é o contato direto com o consumidor da ração produzida pela cooperativa.
A Integrada também trabalha em conjunto com a Universidade Estadual de Londrina (UEL) no fornecimento de rações para a Estação de Piscicultura e para o Centro de Ciência Agrárias da universidade. Além de pesquisar novas formulações para otimizar a conversão alimentar de aves e peixes, a parceria garante aos cooperados da Integrada assistência técnica da universidade para a análise da água e diagnóstico de doenças em peixes e aves. (M.G.)

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