A ração utilizada nos tanques de peixes e camarões do produtor Hélio Salomão é fornecida pela Cooperativa Integrada, em Londrina. Por mês, a indústria produz 800 toneladas de ração, com teor de proteína que varia de 25% a 42%.
Apesar de ser um alimento industrializado, a cooperativa garante a utilização de matérias-primas naturais no preparado da ração para peixe, como milho, farelo de soja e farinhas animais. Tanto as matérias-primas como a ração passam por um rigoroso controle de qualidade, através de análises laboratoriais. ''A ração também é enriquecida com vitaminas e minerais e é produzida pelo processo de extrusão, uma espécie de cozimento em alta pressão e temperatura'', explica o supervisor de produção da indústria, o médico veterinário Ingo Bartmayer.
Esse processo, comenta o veterinário, torna a ração mais digestiva para os
peixes e ainda ajuda a natureza. ''A extrusão faz com que a ração flutue,
permitindo um controle no consumo. Assim, não tem desperdício de ração e
evita-se o acúmulo de matéria orgânica, que poderia comprometer a qualidade
da água'', afirma Ingo Bartmeyer.

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