A rastreabilidade, por enquanto, tem sido uma preocupação apenas do invernista, aquele que tem os bois para engorda. Outras categorias, com exceções, como bois de cria ou recria ainda não estão sendo rastreados.
Poucos pecuaristas estão esclarecidos e convencidos dos benefícios em adotar a prática em todo o rebanho. A rastreabilidade deve começar no nascimento do animal para controle de sanidade e da qualidade do produto final: a carne. Melhora também o gerenciamento de todo o negócio.
A adoção aos 40 dias antes do abate pode ser suficiente apenas para cumprir, de imediato, acordos entre vendedores e compradores. Não se pode esquecer da questão de segurança alimentar a ser ofertada ao consumidor, figura final da cadeia produtiva da carne. Do jeito que as coisas estão sendo feitas, mais parece um monitoramento do que a verdadeira rastreabilidade.

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