Sem essas medidas o risco para produzir milho é muito grande:

- Ampliação do crédito de custeio para o milho e sorgo, restrito aos financiamentos de lavouras que observarem o calendário agrícola,

- Aumento do limite de financiamento por produtor (R$ 300 mil),

- Lançamento de contratos de opção com preços balisados pela paridade internacional (a paridade está em R$ 19,74 por saca);

- Reajuste do preço mínimo para um valor que permita uma calibração com a paridade com a soja de 2:1 (2 sacas de milho para 1 de soja);

- Negociação com o Instituto de Resseguro do Brasil (IRB), pois o mesmo proibiu as seguradoras de cobrirem milho safrinha,

- Proagro: faltam recursos orçamentários. Deve haver uma negociação entre os Ministérios da Agricultura e da Fazenda. Impossível plantar sem Proagro - que, pelo menos cobre o valor financiado.

- Revisão das estatísticas de produção e consumo de milho.

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