A fertilidade do solo é uma das prioridades para que o prejuízo da pecuária gaúcha se transforme em produção, qualidade, competitividade e lucro. Outros requisitos para melhorar os resultados da atividade no Rio Grande do Sul são melhorar os campos nativos, com aumento da oferta de espécies forrageiras e correto manejo dos animais sobre as pastagens, durante o ano todo.
Atualmente, o Estado perde R$ 500 milhões por ano somente com a pecuária. O problema maior é no inverno, quando o frio paralisa o crescimento das pastagens nativas e cada animal, apesar de custar mais caro nesta época, chega a perder uma média de 40 quilos. Todo ano, este quadro de degradação atinge os 16 milhões de hectares de campo nativo e os 12 milhões de bovinos.
Na tentativa de reverter esta situação a Monsanto do Brasil desenvolve o projeto de Viabilização e Difusão de Manejo de Pastagens Nativas com Roundup nas Formações Campestres do RS. O trabalho, iniciado há pouco mais de um ano com o mapeamento da situação da pecuária gaúcha, integra desde agosto deste ano o Agribusiness do Estado.
Participam do projeto produtores, pesquisadores, agroindústria e assistência técnica, além de 10 produtores que possuem áreas demonstrativas em vários municípios. Além das visitas técnicas a cada propriedade, são realizados dias de campo e seminários, com discussão de pontos fracos e fortes de cada área implantada. Os encontros difundem o plantio direto de espécies como aveia, azevém, cornichão e trevos branco e vesiculoso como o mais adequado sistema de produção, sendo adaptado à realidade de cada propriedade.

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