Como bem destacado pelo professor da UFPR, André Muniz, o futuro da ranicultura no Estado passa pela construção de abatedouros para absorver a produção e realizar o processamento da carne. Pensando nisso, a universidade paranaense desenvolveu um projeto para a construção de um entreposto escola no município de Maripá, vizinho de Palotina, na região Oeste.

A perspectiva é que a verba federal chegue em 2017. O projeto já aprovado no valor de R$ 2,5 milhões conta com espaço para abater peixes, camarões e, claro, rãs, com capacidade de produção de uma tonelada de carne por dia. "A verba já foi aprovada e agora estamos na expectativa de recebê-la e iniciar a construção. A capacidade de planta é o suficiente para atender a região e os produtores tranquilamente".

Com o entreposto em pleno funcionamento, Muniz acredita que será possível estimular a produção de rãs na região. "Existe uma preocupação nossa em relação a como essa carne chega ao consumidor. Abrindo essa porta aos produtores, vamos fomentar a cadeia e teremos uma segurança em abater o produto". (V.L.)

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