Com a promessa de estimular os processos metabólicos das plantas para que expressem seu máximo potencial genético, as empresas que trabalham com este tipo de nutrição vegetal atuam no mercado com estimulantes fisiológicos à base de nutrientes nobres, como precursores de hormônios, proteínas e aminoácidos.
A aplicação de tais estimulantes, segundo dados das próprias indústrias, tem conquistado as lavouras porque, além de ativar o metabolismo da planta, utiliza doses menores e precisas de nutrientes, corrige a deficiência nutricional da lavoura e apresenta resultados práticos ao produtor. É possível também diminuir os custos, além de aumentar a resistência das plantas contra pragas e doenças.
O gerente de desenvolvimento de mercado e produtos da Master Agro, Marcelo Antunes, explica que a inovação está em externar o verdadeiro potencial genético da planta, oferecendo uma nutrição especial que gera resposta de fisiologia vegetal mais eficiente. "A genética modificada (transgênicos) exige uma nutrição diferenciada. Para a planta produzir algumas proteínas, ela precisa de muita energia. Reposição mineral é um ponto, atuação metabólica é outro. São produtos que vão mexer nos metabolismos hormonais e enzimáticos, oferecendo açúcares complexos para a planta mostrar o potencial genético dela", explica.
De acordo com ele, é possível proteger as plantas de 24 níveis de estresses biológicos e físicos, o que pode fazer com que culturas como soja, milho, feijão, trigo e batata tenham um incremento médio de produtividade de 20%. "Quanto mais protegemos a planta do estresse, mais ela vai produzir açúcares para um melhor florescimento da planta, enchimento de grãos, e no desenvolvimento em geral. Oferecemos produtos enzimáticos para as sementes, outros que agem diretamente no sistema radicular, assegurando maior absorção de água e nutrientes, e outros destinados à fase vegetativa, ativando seu desenvolvimento e dando suporte na fase reprodutiva da cultura", ressalta Antunes. (V.L.)

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