Mesmo com o título de maior produtora de bananas do Estado do Paraná, as ‘‘Malvinas’’ ainda estão longe de superar os grandes produtores do País, caso da região do Vale do Ribeira, em São Paulo; e Itajaí, no interior de Santa Catarina.
Neste início de ano os bananicultores começam a discutir a criação de uma associação, com o objetivo de comprar em conjunto equipamentos; fungicidas usados no combate aos fungos da lavoura; cabos suspensos para escoar a produção da roça até os galpões de preparo e embalagem da fruta.
Para tentar vencer barreiras, os bananicultores frequentaram as salas de aula da Engenharia e Pesquisas Agronômicas de Santa Catarina (Epagri) no ano passado. Os catarinenses mostraram principalmente formas de transporte para evitar os baques. ‘‘A banana é frágil e se perde muito com o transporte feito em tratores e caminhões’’, explica o lavrador Divo Rossi.
Os técnicos da Epagri visitaram a região e constataram que a fruta é de boa qualidade. Porém, perdia-se muito no transporte. Sugeriram, então, a implantação de cabos aéreos para evitar transporte pelo chão, mas os agricultores acreditam que esse mecanismo é inviável por causa do preço, orçado em R$ 600 para cada alqueire de plantação.(A.F.)

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