Produtores não abrem mão dos recursos técnicos
Os preços dos insumos baixaram bastante. Este ano, vai dar até para melhorar o uso de tecnologia, garante o produtor Wilson Godoy, de campo Mourão. Ele já antecipou a compra dos produtos para o plantio da lavoura de verão e pretende cultivar 150 hectares (ha) com soja e mais 60 ha com milho. Pratico a rotação de culturas, diversifico a produção e ainda garanto duas fontes de renda, afirma.
A estiagem enfrentada na safra passada promoveu uma redução média de 30% na produtividade das lavouras de Godoy. Mesmo assim ele não desanimou e está confiante numa reação dos preços das commodities.
Já os produtores Maurício e Mauro Okimura, de Londrina, vão investir na racionalização dos produtos fitossanitários. Todos os anos realizamos aplicações preventivas de defensivos. Mas estando mais atentos às necessidades da lavoura podemos economizar em aplicações desnecessárias e ainda nos custos da hora trabalhada do maquinário, orientam.
Os irmãos Okimura alertam que não dá para abrir mão da tecnologia, pois ela garante o diferencial da produção. No ano passado a produtividade atingida esteve abaixo da média, cerca de 45 sc/ha. Está difícil para todo mundo, por isso precisamos garantir a renda com uma melhor produtividade. Sem tecnologia isso não é possível, orienta. (C.G.)





