Mesmo com uma cartela de clientes numerosa, um dos diferenciais da Belagrícola é a proximidade que a empresa tem com os produtores, inclusive no que envolve a flexibilidade para negociar produtos, preços e serviços. A FOLHA conversou com três produtores de grãos da região norte do Paraná sobre a sua fidelidade e relacionamento com a empresa no decorrer desses 25 anos.
Dagoberto José Ludwig é produtor de soja, milho e trigo na região de Sertanópolis. Administrando algumas fazendas que somam uma área de produção de 1.080 alqueires, Ludwig trabalha com a Belagrícola desde o início da década de 1990. ''Primeiramente, prezo muito pela amizade que tenho com o pessoal, isso é muito importante na hora de fazer negócios'', comenta o produtor.
Segundo Ludwig, o diferencial da Belagrícola está na dinâmica das negociações, sempre eficientes e com o intuito de solucionar problemas. ''Eles ficam preocupados com os clientes, querem atender a todos da melhor forma possível. Tudo que eles fazem é bem feito. Inclusive o agrônomo que visita minhas propriedades se tornou um amigo.''
Tal confiança faz que Ludwig compre da Belagrícola 80% de tudo que utiliza no plantio, além de também repassar, há cerca de quatro anos, essa mesma percentagem da safra para a empresa. ''Nunca tive dúvidas em vender minha produção a eles. Toda a tecnologia que a Belagrícola oferece eu tenho utilizado nas minhas propriedades. Inclusive meu filho Dagoberto, que estuda agronomia, tem participado de algumas palestras oferecidas pela empresa'', completa o produtor de Sertanópolis.
Já Élio Morandin, produtor de Cambé, trabalha com a Belagrícola há 15 anos. Ele diz que o que chamou sua a atenção foi a assistência técnica diferenciada da empresa. ''Comecei trabalhando com eles em cima de 200 alqueires e hoje estamos juntos em 750 alqueires. O atendimento é muito bom e a empresa é rápida na hora de entregar os produtos'', avalia Morandin.
A evolução do cambeense é tão grande, que nos últimos cinco anos ele construiu quatro silos, com capacidade de armazenamento de 45 mil sacas, tudo para facilitar a colheita e a armazenagem. ''Hoje, vendo toda a produção para a Belagrícola. O preço está mais competitivo do que o dos concorrentes'', explica Morandin, que está a todo vapor com a plantação de soja.
Para Daniel Catelli Salomão, de Bela Vista do Paraíso, vender a produção para a Belagrícola é histórico. Ele foi o primeiro a entrar com um caminhão carregado de grãos na Unidade de Recebimento da cidade, há nove anos. ''Crescemos junto com a empresa, com um relacionamento bem próximo. Atualmente, tudo que produzo estou repassando para a Belagrícola. O João é uma pessoa de muita visão.''
Como Élio Morandin, Salomão também destaca os bons preços para a venda da safra e as novidades tecnológicas, como a agricultura de precisão, trazidas pela empresa. ''Com a correção de solo, que iniciei há dois anos, a minha produtividade aumentou pelo menos 40%. Estou produzindo entre 150 e 170 sacas de soja por alqueire''. (V.L.)

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