Produtores de olho em novas tecnologias
Leonel Arlindo Dalfovo é produtor de leite desde 1972 e sempre buscou adotar em sua propriedade animais de alto desempenho. Com o apoio da cooperativa, ele sempre optou pela aquisição de sêmen de qualidade. "Compro material genético conhecido porque o cruzamento deve ser perfeito", salienta.
O pecuarista destaca que é muito importante acompanhar a tecnologia, principalmente em relação à inseminação artificial. A cada 15 dias ele faz uma coleta de óvulos. "Sempre escolho o material genético que se adapta bem ao plantel", observa. Dalfovo seleciona entre 15 e 20 reprodutores diferentes. Outra tecnologia que ele adota é o sêmen sexado, o que possibilita a seleção de genes somente femininos ou masculinos.
O produtor explica que, com a adoção da tecnologia, a probabilidade de nascer uma fêmea varia entre 80% e 90%. Ao todo, o pecuarista possui 200 animais em lactação, chegando a produzir 7 mil litros de leite por dia. Em breve, o pecuarista deve ampliar seu plantel para 260 animais, elevando seu potencial de produção para 10 mil litros/dia.
Apoio
Além de fomentar a adoção de materiais de alta qualidade genética, a Batavo serve como base de apoio para os produtores que atuam na atividade leiteira. Maurício Vicente de Castro Greidanus é cooperado desde quando começou a tocar a sua própria propriedade em 1989, já que antes ele trabalhava na propriedade da família. Ele afirma que a Batavo lhe proporcionou o apoio financeiro para que ele fizesse seu negócio crescer.
Outro benefício de ser cooperado é a facilidade de apoio nas negociações de produto e valor de mercado. "A cooperativa baliza os preços de mercado até mesmo para quem não é cooperado", destaca Greidanus. Ao todo, o pecuarista possui 530 vacas em lactação, que produzem 18 mil litros de leite por dia. (R.M.)





