O sócio diretor da Agro 100, que atua na área de grãos, Antônio Luiz Giuliangeli, relata que apostar neste tipo de evento é importante para que o produtor confira os resultados que podem ser atingidos na próxima safra com as novas cultivares ofertadas no portifólio da empresa. "É como se fosse o test drive do produto agrícola no melhor lugar, no solo, com o todo stress hídrico e como ela se comporta em relação a fungos e outra doenças. A partir daí, ele pode tomar uma decisão mais acertada "
Giuliangeli relata que o foco do Superagro 100 é em produtividade. Segundo o diretor, a ideia é tirar o agricultor da produção média e levá-lo a outro patamar. "Temos o compromisso de tirar o produtor das 50 sacas de soja por hectare e atingir 75 sacas por hectare. O Paraná tem condição de atingir esses números e nós temos tecnologia para isso. Para isso, ele precisa acreditar no que estamos apresentando a eles e já existem áreas isoladas produzindo muito mais do que isso".
Mesmo com a situação econômica desfavorável, o diretor acredita que a aposta em tecnologia é importante, porque a relação dos custos de produção e o resultado final, pensando em produtividade, ainda está bem favorável ao produtor, já que o salto no valor das commodities é significativo devido a alta do dólar. "Estamos falando de um custo de 30% a 40% comparado ao total que será colhido", complementa. (V.L.)

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