Produção de Sertaneja também em baixa
A produção de flores em Sertaneja (Norte Pioneiro) que teve início em 2005 como um complemento na renda das laovuras de soja e café ''durou pouco'', admite o técnico agropecuário Ilvo Antoniazzi, da Emater. O projeto, que começou com o interesse dos produtores e incentivos do Programa Paraná 12 Meses, do governo do estado, passou a ter problemas já no ano seguinte.
Antoniazzi explica que os custos de produção são muito altos e que o preço obtido com a venda de cada dúzia de flores fica em torno de R$ 0,80 apenas. Atravessadores e grandes empresas do setor também interferem no trabalho do pequeno produtor.
No início do projeto foram montadas cinco estufas com capacidade para produzir até 120 mil vasos de flores por ano. ''A produção está reduzida a 30% da capacidade. Hoje há duas estufas produzindo de 20 mil a 30 mil vasos, todos comercializados em Londrina''. As variedades são minikalanchoe e minicrisântemos.
Para dar continuidade ao projeto, o técnico agrícola busca outros caminhos como a produção de folhagens, gérberas e até orquídeas, que garantem preços melhores no mercado.(M.O)





