Primeiras experiências são do século 18
Informações coletadas na internet apontam que as primeiras tentativas para entender melhor a capacidade do sol de aquecer a água foram documentadas em 1767 pelo suíço Horace de Saussure, que fez várias experiências com uma caixa revestida com isolamento térmico.
Depois, o norte-americano Clarence Kemp patenteou um aquecedor composto de tanques de cobre que ficavam dentro de uma caixa de madeira, com isolamento térmico e vidro na cobertura. Mas esse sistema perdia muito calor à noite. Depois disso, William Bailey, também norte-americano, patenteou um aquecedor solar muito parecido com os modelos que ainda são usados nos quatro cantos do mundo.
Embora o princípio de funcionamento e os equipamentos básicos do coletor de Bailey sejam parecidos com os produtos modernos, os aquecedores solares ficaram bem mais baratos, muito mais leves e duráveis, além de muitas vezes mais eficientes. Hoje até mesmo países frios, como a Alemanha, têm usado essa tecnologia.
No Brasil os primeiros aquecedores solares surgiram nos anos 70, fruto da crise do petróleo e mesclada a muito idealismo e pouco profissionalismo. Esse quadro começou a mudar nos anos 80, com a melhoria da qualidade dos produtos e com a realização dos primeiros testes de equipamentos e as primeiras normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) específicas para o setor.
Já na década de 90, houve uma profissionalização do setor em resposta a um mercado cada vez mais exigente e estruturado. Os equipamentos ganharam em qualidade, enquanto o preço caiu. Laboratórios especializados surgiram, bem como novas normas da ABNT.
Fonte:www.soletrol.com.br





