O Brasil é um país privilegiado em extensão territorial, clima e solo para a prática da fruticultura. Nos últimos vinte anos a atividade vem se desenvolvendo como um alternativa lucrativa para pequenos e grandes produtores.
No País existem diversos pólos frutíferos, como a região de Fraiburgo (SC), onde prevalece o cultivo de maçãs; a região de Registro (SP), pólo bananicultor; a região de citrus em São Paulo e Sergipe; a região do Vale do Açu e Mossoró (RN), com predominância do melão, e a região do Vale do São Francisco, com os pólos frutícolas de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), onde se destaca a produção de uvas e mangas para exportação.
No caso da produção nordestina, a distância não tem sido problema. Segundo o pesquisador Natoniel Franklin de Melo, mesmo com o custo do transporte aéreo da frutas, a rentabilidade é boa para o produtor. A maior parte da produção é exportada pelo Porto de Suape, localizado em Recife, sendo o maior porto do Nordeste. O restante é consumido pelo mercado local.
As margens do rio São Francisco são exploradas em áreas que vão até 10 km de largura, e ainda representam uma fronteira em expansão. As propriedades variam de módulos pequenos com 5 a 8 ha até grandes fazenda de 1000 ha, informa o pesquisador.(C.C)

mockup