PLANTAS MEDICINAIS
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 04 de maio de 2001
Cristina Côrtes De Londrina 
Também conhecida como árvore-da-vida e americana-do-canadá, esta planta é originária da América do Norte, e adaptou-se bem em locais de maior altitude, principalmente nas regiões Sudeste e Sul do Brasil. É utilizada para combater febres e gripes, além de ter uma ação eficiente para verrugas, calos e olho-de-peixe.
Características e cultivoÉ uma árvore conífera frondosa, de ramos folhosos. Seu crescimento é lento e pode atingir até 20 metros de altura. As folhas são verdes ou raiadas de amarelo. É extremamente rústica, não requerendo cuidados especiais, adaptando-se a diferentes tipos de solo, zonas de invernos rigorosos e prolongados. O plantio é feito por semente. A colheita deve ser feita no final do inverno ou outono. Seu aroma é canforáceo.
IndicaçõesPara gripes, resfriados, tosses e rouquidão, coloque 1 colher (chá) de ramos novos, bem picados e adicone 1 xícara de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Ainda morno, tome 1 xícara (chá) de 1 a 3 vezes ao dia.
Como diurético, estimula a elasticidade da bexiga e ajuda nas cistites. Para este uso coloque 1 colher (chá) de ramos novos bem picados em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos, coe e espere esfriar. Tome 1 xicara (chá) de 1 a 2 vezes ao dia, sendo uma de manhã e outra até às 5 da tarde.
Para verrugas, calos e olho-de-peixe coloque 2 colheres (sopa) de talos novos bem picados em 1 xícara (chá) de álcool a 70%. Deixe em maceração por 8 dias. Coe, adicione 1 colher (chá) de glicerina e misture. Deixe amolecer bem o local afetado com água quente, enxugue e esfregue com uma toalha seca. Em seguida aplique no local afetado.
Para hemorróidas e fissura anal coloque 3 cones (parte feminina) ou 2 colheres (sopa) de casca de caule e 1 colher (sopa) de folhas fatiadas da carrapateira em 1/2 litro de água em fervura. Desligue o fogo, espere amornar e coe. Faça banho de assento, ainda morno.
OrnamentalVárias espécies dessa conífera são cultivadas em parques e jardins, como árvore ornamental, sendo que diferenciam-se pelo porte, desenvolvimento vegetativo e cor da folhagem (Tuia-azul). A espécie Thuja orientalis, que cresce em jardins, é somente árvore ornamental, não servindo como medicinal.
Fontes Plantas que curam, de Sylvio Panizza. Editado pela Ibrasa- SP; Plantas medicinais, publicação do Grupos Entre Folhas da Universidade Federal de Viçosa (MG), com divulgação através do CD-room Plantas Medicinais, produzido pela Agromídia Software Empresa de Incubadora de Base Tecnológica da Universidade Federal de Viçosa (MG).
Outras informações e sugestões pelo telefone (operadora) 43-374-2118, com Cristina Côrtes; pelo fax 43-339-1412 ou e-mail [email protected]


