Conhecida também como erva-de-lagarto, vassitonga, bugre-branco, erva-de-bugre e lingua-de-tiú, a guaçatonga é originária da América tropical desde o México até a Argentina, crescendo espontaneamente em abundância no Brasil todo. As folhas de guaçatonga tem um forte poder cicatrizante tanto interna como externamente. É utilizada para combater gastrite, úlcera, escaras e feridas externas.
Cultivo e característicasA árvore de guaçatonga chega a atingir 4 metros de altura, sendo que no interior das matas pode crescer muito mais. Suas folhas são simples, tendo o formato de ponta de lança. Vistas contra a luz mostram minúsculos pontos. As flores são pequenas e esverdeadas, com forte aroma. Reproduz-se por sementes e não tem exigência com relação ao clima e solo. As folhas devem ser colhidas em agosto ou início da primavera, quando começa a floração.
IndicaçõesPara combater mau hálito, de origem estomacal, exerce uma ação quase que imediata e pode ser utilizada da seguinte maneira: em 1 xícara de chá coloque 1 colher (sobremesa) de folhas frescas fatiadas e adicione água fervente, Abafe por 10 minutos e coe. Tomar 1 xícara (chá) 10 minutos antes das principais refeições.
Para gastrite e úlcersa internas coloque 2 colheres de (sopa) de folhas secas picadas em 1 xícara (chá de álcool de cerais a 60%. Deixe em maceração por 5 dias e coe em um pano. Tome 1 colher (café) diluída em um pouco de água 10 minutos antes das principais refeições.
Para escaras, feridas, úlceras varicosas, picadas de insetos, coloque 3 colheres (sopa) de folhas secas picadas em 1/2 litro de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos e coe. Aplique nas partes afetadas 2 a 3 vezes ao dia.
Para herpes labial e genital coloque 2 colheres (sopa) de folhas picadas em 1 copo de água em fervura. Desligue o fogo, espere esfriar e coe em um pano. Aplique nas partes afetadas. No caso de herpes genital faça banho de assento.
Para gengivite, estomatite, aftas e feridas na boca, coloque em um pilão 2 colheres (sopa) de folhas frescas, 1 colher de glicerina e 2 colheres (sopa) de álcool. Amassse bem e coe em uma peneira fina. Aplique na parte afetada 2 a 3 vezes ao dia.
Fontes ‘‘Plantas que curam’’, de Sylvio Panizza. editado pela Ibrasa- SP; ‘‘Plantas medicinais’’, publicação do Grupos Entre Folhas da Universidade Federal de Viçosa (MG), com divulgação através do CD-room ‘‘Plantas Medicinais’’, produzido pela Agromídia Software Empresa de Incubadora de Base Tecnológica da Universidade Federal de Viçosa (MG).
Outras informações e sugestões pelo telefone (operadora) 43-374-2118, com Cristina Côrtes; pelo fax 43-339-1412 ou e-mail [email protected]

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