A conservação e o uso sustentável da biodiversidade praticados pela Klabin já
são reconhecidos internacionalmente. O projeto foi o primeiro empreendimento
do mundo a receber a certificação emitida, em 1998, pelo Forest Stewardship
Council (FSC), em manejo de plantas medicinais e cadeia de custódia de
fitoterápicos e fitocosméticos. ''O selo atesta que a floresta pode ser
utilizada sem a perda de seus objetivos básicos, gerando benefícios sociais,
ecológicos e financeiros pelo investimento no homem e no meio ambiente'',
resume Loana Johansson.
Mais que o respeito internacional, a floresta tem o reconhecimento da natureza. O pleno desenvolvimento de algumas espécies como o maracujá, segundo Loana, são indicadores de que a fauna também encontrou um excelente ponto de sobrevivência. ''A fauna tem seu papel na cadeia de evolução das plantas. O maracujá, por exemplo, só se reproduz com o auxílio de insetos e pássaros''.
Outro referencial que merece destaque na biodiversidade da floresta da Klabin é a presença de animais ameaçados de extinção em função da destruição de seu habitat e da caça predatória, como é o caso do Puma. Estudos realizados de 1998 a 2000, pela Organização Não-Governamental (ONG) ''Projeto Puma'', sediada em Florianópolis (SC), estima a presença de mais de 100 desses indivíduos.(C.G.)

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