Engajada no trabalho de divulgação do agronegócio para a população urbana, a Basf entra na terceira fase do projeto "Um planeta faminto", lançado há algum tempo, quando a empresa mostrou o primeiro vídeo institucional divulgado na mídia para ressaltar a importância do agronegócio. Na terceira fase da campanha, a empresa criou, recentemente, a campanha "Agricultura, o maior trabalho da Terra". O foco do novo projeto é apresentar o universo agrícola para as pessoas que residem no meio urbano.
Laura Pires, gerente de comunicação e relacionamento da Basf, afirma que em 2010 a empresa realizou uma pesquisa semelhante à Abag, a qual constatou a falta de conhecimento de muitas pessoas sobre o tema. Ela arrisca dizer que, atualmente, o patamar de discussão sobre o tema está mais avançado. Ao todo, a empresa lançou até agora três vídeos institucionais que fomentam o conhecimento da população a respeito do agronegócio.
Além das campanhas de mídia, o patrocínio à escola de samba Unidos de Vila Isabel, que abordou o agronegócio como tema e foi campeã do Carnaval carioca de 2013, ajudou ainda mais a divulgar o trabalho do produtor. "A campanha foi um fator motivacional ao agricultor", observa Laura. A gerente de comunicação completa que esse tipo de atitude estimula ainda mais o homem do campo a investir na atividade.
Laura completa que a repercussão do título do Carnaval carioca levou a imagem do agronegócio brasileiro para todo o mundo. "A repercussão foi muito positiva no mercado internacional", comemora. Para estimular a curiosidade do mundo sobre a conquista do título, a empresa lançou um livro bilíngue com fotos e informações sobre o trabalho desenvolvido pela escola de samba em parceria com a companhia. "A campanha não acabou com o Carnaval, já que não queremos perder a visibilidade do setor", destaca. Laura aponta que novas campanhas já estão sendo preparadas.
Segundo Oswaldo Marques, diretor de marketing da Unidade de Proteção de Cultivos da Basf para o Brasil, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estima que, em dez anos, a demanda mundial por alimentos crescerá 20% e o Brasil atenderá cerca de 40% desta demanda. O diretor salienta que a empresa acredita que o produtor brasileiro pode alimentar o mundo de forma sustentável. (R.M.)

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