O Paraná participa do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café através de 31 trabalhos de pesquisa, 84 pesquisadores e 130 extensionistas das seguintes instituições: Emater, Instituto Agronômico Paranaense (Iapar), Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), universidades estaduais de Londrina (UEL) e Maringá (UEL) e Universidade Federal do Paraná (UFPR). O Estado detém 9,53% dos recursos aplicados no programa.
Uma das instituições mais atuantes é o Iapar. De acordo com o pesquisador Armando Androciolli, os trabalhos financiados pelo consórcio privilegiam a continuidade dos estudos do modelo tecnológico do café adensado. ‘‘Há avanços em termos de espaçamento e formas de exposição das plantas na área’’, comenta. Também há trabalhos em poda e manejo das lavouras, desenvolvimento de variedades resistentes a doenças e que apresentem maturação uniforme e controle biológico da broca.
Androciolli considera que a colaboração entre diversas instituições facilita a obtenção de avanços em pesquisa. O instituto possuia 17 pesquisadores trabalhando com o café, número que aumentou para 28 após a inclusão no consórcio. Também informou que graças ao apoio recebido, aumentaram as ações de difusão de tecnologia. ‘‘Técnicos e extensionistas vêm até o Iapar receber informações para depois difundirem as técnicas aprendidas entre os produtores’’, comenta.

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