Antes de usar qualquer produto indicado para ‘‘novos’’ problemas, o criador deve analisar o melhor manejo a adotar. No caso do frango, por exemplo, o objetivo é o de sempre baixar custos com alimentação e aumentar a conversão alimentar. Se o frango não come direito ou a conversão está abaixo do esperado, o produtor terá que investigar a qualidade dos grãos que compõem a ração (milho e farelo de soja).
Na produção de ovos, a queda nos níveis normais de 1% a 2% pode determinar a viabilidade econômica do negócio. Esse tipo de preocupação serve para aqueles produtores que já descartaram os problemas mais sérios de uma granja.
Nos suínos, se existe problema reprodutivo, que afeta a lucratividade do negócio, é preciso acabar com ele. Uma das coisas a analisar é o teor de micotoxinas nos alimentos. Mas não é o único item. A porca é susceptível às toxinas, mas antes disso o rebanho deve estar livre de outros problemas.
Produção máximaO gado de corte confinado recusa alimentos se lhe falta a palatabilidade a que está acostumado. O reflexo é perda ou redução no ganho de peso e prejuízo do produtor. Na de transferência de embriões, se os resultados não estão indo bem, o problema está na parte reprodutiva do rebanho, já que a tecnologia está dominada.
Do gado leiteiro espera-se que a vaca coma o máximo para produzir o máximo. Se não come direito ou o que come lhe faz mal, do ponto de vista reprodutivo, o problema precisa ser investigado. É preciso descartar doenças como brucelose, tricomonose, leptospirose, IBR, entre outras.(C.B.)

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