Um novo método para identificar impurezas no café torrado e moído, foi criado pela Embrapa, para garantir mais agilidade e precisão nas análises. Trata-se de uma adaptação da tecnologia de monitoramento por satélite para os testes de pureza. A nova tecnologia está em testes no laboratorio da BioRio, que é a instituição que faz os testes de seleção de impurezas da Associação Brasileira da Insdústria de Café (Abic). Em breve estará sendo colocada em prática.
O trabalho desenvolvido e coordenado pela Embrapa Café (Brasília-DF) e realizado pela Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro-RJ) e Embrapa Cerrados (Planaltina-DF), foi solicitado pela Abic.
As misturas e impurezas encontradas no café são invisíveis a olho nu, o
que possibilita a ocorrência de fraudes. No Brasil, as misturas
encontradas com maior frequência no café torrado e moído são cascas,
paus, milho, cevada, triguilho, açúcar mascavo e soja. A legislação só
permite a ocorrência de impurezas até o limite de 1% da quantidade do
produto.
O método da Embrapa assegura um patamar mínimo de 95% de detecção das
impurezas do café e será empregado pela Abic nos testes para concessão de seu Selo de Pureza.

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