Queda O mercado interno, de acordo com analistas da FNP Consultoria, de São Paulo, segue atento ao câmbio, que na última quarta-feira, reverteu o quadro de baixa, fechando a R$ 3,67/US$ 1,00, um ganho de 1,66%, mas ainda abaixo dos níveis da semana anterior. As cotações da soja, porém, começam a cair, influenciadas por fatores do próprio mercado. Nesse quadro, as indústrias nacionais entram em recesso (não compensa operar com baixa oferta) e aproveitam para revisão do maquinário. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago trabalha sob influência baixista da colheita norte-americana - mesmo quando há redução da produção, como este ano. Em resumo, novembro e dezembro sugerem um mercado cauteloso, de menor demanda, mas não imune à oscilações. As chances, porém, de preços tão generosos como no final de setembro, são remotas.

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