Na suinocultura, o momento também é de apreensão com a escalada no preço do milho. Os preços reagiram nas várias regiões do Estado, mas a reação não foi suficiente para tirar o setor do vermelho.
Nas regiões Norte e Noroeste do Estado, os preços pagos ao produtor variam entre R$ 1,40 a R$ 1,50 o quilo, cotação acima do custo de produção calculado em R$ 1,40 o quilo. Mas nas regiões de forte produção integrada e produção independente, como Oeste e Sudoeste, os preços variam entre R$ 1,10 a R$ 1,30 o quilo, abaixo do custo de produção.
Os produtores integrados ainda contornam o drama da alta do milho, porque recebem o insumo das empresas integradoras e cooperativas.
Mas os produtores independentes estão sofrendo, disse o técnico do Deral. Eles também optaram pela redução do plantel de matrizes, mas a situação ainda é crítica. Os suinocultores independentes reduziram em até 20% o plantel de matrizes avaliado entre 300 a 340 mil matrizes.

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